Depois, uma fífia do defesa central Osório permitiu a Higuain chegar à liderança da lista de marcadores da competição, ao facturar o segundo golo para os argentinos, aos 33, aproveitando a "oferta" para fintar Oscar Perez e acabando por finalizar já com a baliza deserta.
Esta eficácia empolgou a Argentina que, até ao intervalo, podia ter aumentado a vantagem pelo benfiquista Di Maria, aos 33, e Higuain, aos 42, numa fase em que o México tentava, sem resultados práticos, chegar com perigo até Sergio Romero, que, depois dos sustos iniciais, só teve de segurar um remate de Marquez.
Na segunda parte, a formação comandada por Javier Aguirre, que apostou em Barrera no lugar de Bautista, voltou a carregar, mas foi Tevez a bisar, aos 52, com um "tiro" de fora da área, fora do alcance do guarda-redes.
A perder por três golos, o México avisou a "muralha defensiva" argentina com um remate de Barrera e conseguiu chegar ao golo, aos 71, com uma finalização de Javier Hernandez, também conhecido por "Chicharrito".
Em período de descontos, a Argentina, já com o melhor ataque do Mundial, com 10 golos em quatro jogos, ainda podia ter ampliado a diferença, por Messi que, com um remate de pé esquerdo, obrigou o guarda-redes mexicano a defender para canto.
Hora da revanche?
Tevez é um dos remanescentes da equipa Argentina eliminada pela Alemanha em 2006. Contudo, o seu principal objectivo não é uma revanche contra os germânicos, mas a possibilidade de actuar mais tempo do que quatro anos atrás.
"Eu me mato por esta camiseta e dou tudo dentro de campo para usá-la. Este é o meu melhor momento com a selecção, e espero continuar assim por muito mais tempo. Os alemães? A partida vai ser bonita, mas não devemos encará-la como uma revanche. É necessário jogar com tranquilidade e aprender com os erros que cometemos em 2006", disse.
Com Fifa, SIC e agências de notícias